Como é fazer trabalho voluntário em Nairóbi, no Quênia

Mariana Fischer foi fazer trabalho voluntário em Nairóbi, a capital do Quênia. Por lá fundou uma escola infantil para atender 30 crianças da região.

A Mariana nasceu em São Paulo. Sempre gostou de viajar sozinha e acha que a principal motivação para cair no mundo é viver a vida. Buscando conhecer e aprender mais, resolver ir fazer trabalho voluntário em Nairóbi, no continente africano.

 

A principal dificuldade de fazer trabalho voluntário em Nairóbi

 

Mariana diz que a principal dificuldade que encontrou foi a cultural.

Durante seu trabalho voluntário em Nairóbi teve muitas dificuldades em assemelhar a cultura do Quênia. Um exemplo é meio de transporte na capital. Os “matatu”, são micro-ônibus geralmente da Nissan, que operam em rotas definidas e fazem paradas pelo caminho para coletar o maior número de passageiros possível.

Nesse meio de transporte a música alta se faz presente e os passageiros podem subir e descer onde quiserem. Não há pontos de parada definidos. Apesar de serem muito baratos, são um choque cultural porque são diferentes dos ônibus usados no Brasil.

Outra dificuldade encontrada por Mariana foi a língua. Já que ela não falava o idioma do país.

A vantagem de estar na estrada

 

Mariana diz que a principal vantagem de fazer trabalho voluntário em Nairóbi foi receber amor.

Ela se sentiu amada por seus alunos, pelas crianças e por todos que cruzaram seu caminho.

 

Preocupações antes da viagem

 

O que mais preocupava Mariana antes da viagem era o risco de pegar doenças. Por isso, antes de embarcar, ela foi a um médico do viajante em São Paulo para uma consulta.  O objetivo dessa consulta é preparar o viajante para correr o menor risco possível de adoecer durante a viagem. Tanto que são feitas recomendações sobre o uso de certas vacinas, medicamentos para levar e outras medidas simples para preservar a saúde, como o cuidado com alimentos e água.

Mariana conta que toda essa preocupação fez sentido durante a viagem. Ela se sentiu mais segura e confiante após a consulta.

Um pouco mais sobre a viagem

 

“Viajar sempre foi uma das melhores coisas que já fiz na minha vida e ir fazer voluntariado na África era um sonho antigo que se tornou realidade bem antes do que eu imaginava”, afirma Mariana.

Ao chegar lá ela decidiu ir além e fundar o “Hai”. Que é uma escola infantil que tem como objetivo levar educação humanizada, alimentação saudável e amor para 30 crianças de uma das comunidades de Nairobi, no Kenya!

Mariana Fischer é paulista e decidiu fazer trabalho voluntário em Nairóbi. Onde criou o Hai, uma escola infantil para atender a comunidade.

2017-08-31T18:56:22+00:00